Seja bem-vindo(a)!

Seja muito bem vindo ao Mundo da Milena, um blog sobre ser mãe de uma criança lindamente diferente, sobre autismo, sobre dúvidas, medos, incertezas, escolhas e conquistas.

Quero que você saiba que não tenho a pretensão de apontar nenhum caminho nem ensinar nada. Tudo o que está escrito aqui tem a minha versão pessoal, baseada na minha própria vivência e que tem funcionado para mim e para minha filha.

Se tem uma coisa que aprendi é que o autismo é diferente de pessoa para pessoa, não existe receita que funcione igual para todos e ninguém ainda pode afirmar verdades.

Leia e se aproprie de todo conhecimento que puder, mas procure conhecer muito não o autismo, mas a criança ou a pessoa com autismo. É este indivíduo que deve direcionar sua atenção e é compreender de verdade esta pessoa, como ela enxerga o mundo, qual o impacto das coisas e o valor que elas assumem para este indivíduo, como sente e como se expressa de fato este ser… a meu ver é este nosso maior desafio.

Vamos juntos então?

30 Comentários

  • Responder Vanessa Alexandrino Leite Cesar 27 de novembro de 2014 at 14:55

    Oi. Vamos sim. Acompanho o blog lagarta vira pupa e o Uma voz para o autismo. …agora acompanharei o mundo da Milena

    • Responder faustacristina 19 de dezembro de 2014 at 11:03

      Obrigada Vanessa! Uma honra para mim estar nesta “galeria” de super mulheres, Marie, Andrea, são pessoas maravilhosas que me ensinam e inspiram sempre. Um abraço grande para você!

  • Responder Janeth 27 de março de 2015 at 18:00

    Oi Cris,
    Gostaria de conversar com você sobre inclusão escolar.
    Li um texto que vc escreveu e me identifiquei muito, pois estou passando por um processo bem difícil na escola do meu filho. Como podemos conversar?
    Muito obrigada!

    Janeth

  • Responder Janeth 1 de abril de 2015 at 10:26

    Cris obrigada por responder 🙂
    Vou enviar um e-mail!
    Janeth

  • Responder Miriam Barletta 9 de abril de 2015 at 16:29

    Cristina,parabéns pelo Blog.São de pessoas como você que preciso ,mesmo que pela tela de um computador,ao meu lado e para ajudar minha filha na caminhada do nosso Lucas,hoje com 4 anos.A cada dia uma vitória e é isto que nos fortalece.Dentre tudo que li,adorei sua iniciativa do Manual Escolar,pois minha pior agonia é não saber o que realmente acontece na sala de aula:será que existe a inclusão ou,como nas duas escolas anteriores,ele continua num canto da sala rotulado de não querer participar?Infelizmente o despreparo dos profissionais de Educação é total.E tenho a certeza de que de posse deste Manual,tudo ficará mais claro para aqueles que irão lidar com nossas crianças,na Escola.Vou conversar com a minha filha para elaborarmos o do Luquinhas.Agradeço a Deus por colocar você,como um Anjo em nossas vidas.Beijos para você e para Milena.

    • Responder faustacristina 9 de abril de 2015 at 18:36

      Muito obrigada Miriam! Fico extremamente feliz em compartilhar, principalmente quando o que compartilho tem alguma utilidade. Conte comigo, no que eu conseguir contribuir nem que seja um pouco será uma honra!
      Que o Lucas siga em frente e que as pessoas o entendam, aceitem e ajudem a se desenvolver bem.
      Um abraço carinhoso e minha gratidão por tudo o que você escreveu.

  • Responder Carmem Gottfried 25 de abril de 2015 at 10:41

    Cristina, recebi ontem o link do seu blog. Pude ver que você, além de todo a dedicação, perseverança e discernimento, tem uma forma muito poética de escrever. É muito lindo ler seus textos. Como profissional que estuda o autismo, me sinto muito feliz de ver o trabalho que você faz com sua filha, trazendo o conhecimento para um plano lúdico e sereno. No momento em que você se dá conta de como equacionar algo, traz para sua rotina, fazendo com que seu entorno seja mais favorável aos desafios. Fiquei muito feliz ao ler seus depoimentos. Sem dúvida, os desafios são grandes, mas sua maneira de ver a vida, buscando sintonia e compreensão e aceitação do diferente, faz o caminho ser mais rico e crescente em avanços.
    E além de tudo, faz um trabalho de divulgação muito importante sobre o tema.

    Parabéns!!!! Você é um exemplo!!!

    Obrigada mais uma vez por sua presença no nosso grupo de pesquisa e pelo emocionante depoimento.

    Um grande abraço

    Carmem Gottfried
    Professora – UFRGS
    Pesquisadora no Grupo de Estudos Translacionais em TEA – GETTEA

    • Responder faustacristina 27 de abril de 2015 at 19:49

      Carmem
      Poucas vezes nesta jornada do autismo fui tão positivamente surpreendida como na reunião da sua equipe de orientandos. Quanta esperança vocês trouxeram para minha vida. Mal pude dormir aquela noite.
      Eu ainda não sei como agradecer o fato de terem escolhido o autismo para pesquisarem e nem sei expressar o quanto faz diferença em uma jornada tão solitária (embora sejamos tantos) em que poucos profissionais realmente tem um canal aberto de comunicação com as famílias. Ver nossas principais desconfianças transformadas em pesquisas e mentes tão jovens se apropriando de um conhecimento tão profundo do autismo e tão interessados e dedicados… Olha foi realmente fantástico!!!
      Obrigada pelos elogios, significam muito. Nosso blog é despretensioso e adoramos que seja útil e faça sentido para as pessoas.

      Que nossos caminhos se cruzem mais vezes, conte com meu apoio e meus esforços para que as pesquisam sigam e continuem excelentes!

      • Responder Carmem Gottfried 31 de maio de 2015 at 07:57

        Sem dúvida, teremos novas oportunidades de partilhas.
        Uma das frases mais lindas e emocionantes que ouvi nos últimos tempos foi a sua. “Nós fomos escolhidos pelo autismo, mas vocês o escolheram.”  Me emociono cada vez que penso nessa frase. Obrigada!!!
        Um grande Um grande abraço

  • Responder Silvia Santana Díaz 14 de outubro de 2015 at 12:39

    Obrigada Cris,por tua amabilidade ao compartilhar!!
    Sou mãe de Ainoã,menino lindo,surdo e com caracteristicas de autismo,sem diagnostico definitivo…Me sinto muito identificada em teus posts aqui e no face,já que ele tem 10 anos,quase 11,e esta entrando numa fase que vc já passou com a Mi…Difícil e necessária tooooooda a paciência do mundo,né? Mas o grande amor que temos no coração por eles,supre.Te acompanho e fico feliz pelas conquistas da tua princesa.
    Estarei em contacto…Uma feliz vida e muitos mais logros para nos todos!!!
    Abraços!!

    • Responder faustacristina 14 de outubro de 2015 at 18:07

      Oi Silvia
      Que prazer ler tua mensagem. Sim, tenho visto o autismo ser comodidade de muitos casos de pessoas surdas e às vezes cegas. É realmente um difícil diagnóstico.
      Você se identificar com o que eu vivo com a Milena, me deixa feliz, pois de alguma forma, saber que outras pessoas passam por situações parecidas nos trazem um sentimento de pertencer, o oposto que sentimos quando vemos mães de crianças típicas reclamando por seus filhos baterem a porta do quarto ou não fazerem o dever de casa. Mesmo eu tendo estado neste grupo, com os meus dois filhos que vieram antes da Mi, confesso que nessas horas me sinto meio E.T. ou quando digo que Milena fez algo e alguém me diz: “ah mas toda criança é assim, isso passa”. Tem coisa que só a gente sabe como é…
      Te agradeço imenso por ter deixado teu comentário e por nos acompanhar. Um super beijo no Ainoã e um abraço para você.

  • Responder Antonio Carlos Silva Wanderley 17 de outubro de 2015 at 11:29

    Olá Cristina,

    Eu li o seu blog e fiquei muito impressionado. Como as situações são tão parecidas. Venho pesquisando sobre o autismo há 6 anos (o tempo de existência do seu blog, e só agora tive a oportunidade de acessá-lo), quando o meu filho foi diagnosticado com asperger. Realmente hoje tem muito mais informações na internet e mesmo assim ainda é um tema desconhecido, incompleto que a sua conceituação passa pela visão de mundo / bagagem de conhecimentos que cada pessoa, profissional ou pesquisador tem, o que o torna complexo.
    Seus textos trouxeram-me reflexões e a constatação de que somos muitos, mas ilhados em seu próprio universo. Sua iniciativa aproxima-nos, ajuda-nos, encoraja-nos.
    Suas frases reverberam em minha mente:
    “conto para o meu filho que ele é autista?” , “torne-se um especialista no seu filho”, “via crucis – muitos pais de autistas passam pela angústia da busca de diagnóstico”, “viver cada dia, um por vez e o foco sempre centrado nos dias melhores que de fato, sempre acabam chegando”. Etc, etc.
    Obrigado,

    Antônio Wanderley

    • Responder faustacristina 17 de outubro de 2015 at 15:41

      Que grata surpresa o seu comentário Antônio!

      Fico feliz demais quando as pessoas se identificam com o que eu digo ainda mais quando esse link é feito pela experiência própria. Realmente somos muitos e somos ilha, você disse muito bem! Ontem conheci uma pessoa que se referiu a uma outra mãe como se fosse uma celebridade, se espantou quando eu disse que não a conhecia e quando fui investigar, descobri uma pessoa que fala, faz palestras, escreve sobre autismo e eu nem sabia que ela existia.
      Que os nossos desafios encontrem em nós a disposição para seguirmos, pesquisando, estudando, mudando e melhorando a forma com que lidamos com esta síndrome em favor dos nossos amores.
      Obrigada por tirar seu tempo e deixar seu comentário. Obrigada por compartilhar.

      Abraço fraterno!

      Cris

  • Responder Helena Maria Ribeiro 22 de outubro de 2015 at 20:53

    Fausta… seu blog com certeza ajuda muitas mães em suas inseguranças e incertezas quanto a intervenções da forma correta !!!
    Outro dia uma mãe de um aluno me perguntou como ela deveria proceder quanto a descoberta da sexualidade o filho está entrando na adolescência !! Trabalho na educação infantil não tenho experiência com adolescentes eu disse a ela que iria pesquisar !!! Como proceder ??

    • Responder faustacristina 9 de novembro de 2015 at 17:40

      Helena querida! Que bom te receber aqui.
      Desculpe a demora em te responder, por alguma razão não tenho recebido as notificações de mensagens do wordpress…
      Helena, não é muito diferente das outras crianças e adolescentes. O que temos dificuldade em entender é que as pessoas com autismo entendem muito mais do que supomos, eles tem muito mais dificuldade na comunicação (saída) da informação do que na entrada (compreensão)… Eu diria a ela para comprar livrinhos infantis, explicar muito aos poucos e ele vai dar o limite. Quanto mais natural melhor. Lugar de se tocar é no banheiro ou no quarto. Faz cartaz do que pode e do que não pode, fala muito, muito sobre não tocar nas outras pessoas, não se exibir e tudo vai com o tempo se ajeitando. Dá certo em 100% dos casos mas tem que persistir e não ter vergonha de abordar o assunto.
      Infelizmente por falta de habilidade de abordar o assunto (que nua é fácil para a maioria de nós) e por falta de preparo na condução deste período, muitos jovens se expõem e transformam as suas vidas em um terror… tenho visto cada coisa :[ Porém as histórias de sucesso são muito mais numerosas.
      É falar, muito. Desenhar, contar histórias, tocar no assunto sempre e com naturalidade e firmeza. Acho que é por aí… no caso dos meninos a figura masculina entra como um apoio mais do que necessário. Que seja um irmão, pai, tio mas alguém de confiança que posso abordar o assunto com a delicadeza necessária.
      Se precisar, conversamos mais a respeito ok?
      Beijo!

  • Responder Débora 20 de janeiro de 2016 at 12:57

    Olá Fausta! Obrigada pelo Blog! sou mãe de um menininho de 3 anos autista de diagnostico recente e por aqui achei muita informação positiva! Gostaria de saber se a Mi ainda faz a dieta sem Glúten e sem caseína!? Vc observou bons resultados? Bjus

    • Responder faustacristina 20 de janeiro de 2016 at 13:59

      Olá Débora, bem vinda a esse mundo novo! Espero que você também consiga cultivar um olhar positivo.

      Sim, a Milena faz a dieta minha querida. Eu comecei quando ela tinha quatro anos e ela desenvolveu muito a comunicação e as birras diminuíram pois uma das fontes de irritação dela era justamente não conseguir se comunicar. Não estou falando que foi por causa da dieta pois junto fazíamos várias terapias e sempre estávamos mudando de terapia e terapeutas à medida que mudávamos de cidade. A dieta veio junto com a terapia comportamental que ela fez por quatro anos.
      Na época era muito difícil as pessoas nem sabiam o que era glúten.
      Boa sorte para você qualquer coisa pode me perguntar, me enviar email o que for.
      Um abraço!

      • Responder Débora 20 de janeiro de 2016 at 15:39

        Obrigada Querida! Admiro muito vc e sua perseverança! Deus abençoe a vc e a sua Linda Milena a quem acho uma grande vitoriosa! Bjus

  • Responder Celma 24 de março de 2016 at 21:49

    Querida Cris, acabei de conhecer seu blog.
    Sou pedagoga, psicopedagoga e mãe do Renan, 18 anos, Jovem aprendiz, estudante do Curso de Pedagogia, autista e fotografo nas horas vagas.
    Estou encantada com seus escritos. Trabalho na APAE e Rede Municipal.
    Obrigada por compartilhar sua experiencia conosco. Sou pesquisadora e tenho muito a aprender, porém não tenho custear cursos e o Município não investe nos profissionais. Mas não desisto, vou em frente desconstruindo as barreiras atitudinais e os entraves.
    Obrigada por tudo.
    Celma Rosa.

  • Responder Celma Rosa 24 de março de 2016 at 21:55

    Ola Cris, acabei de conhecer o Blog e já sou fã.
    Sou profissional da Educação e mãe do Renan, 18 anos, Jovem Aprendiz, cursa Pedagogia, Autista e fotografo nas horas vagas.
    Obrigada Cris, por compartilhar sua experiencia conosco.
    Deus os abençoe.

    • Responder faustacristina 31 de março de 2016 at 22:54

      Oi Celma

      Poxa vida você deve ter muito a compartilhar e ensinar!!! Que legal que o Renan tenha conseguido tanto!
      Que você posso compartilhar também sua vivência. Adoro aprender!!!
      Um abraço bem grande cheio de admiração!

  • Responder ANTONIA 27 de março de 2016 at 11:49

    OLÁ, BOM DIA CRIS TENHO UM GAROTO DE 5 ANOS DIAGNOSTICADO COM AUTISMO DESDE OS
    2 ANOS, A MINHA MAIOR BARREIRA É O PRECONCEITO E A INCLUSÃO É TANTA QUE ESCONDI O DIAGNÓSTICO SÓ QUE AGORA DEPOIS DE MUITA PESQUISA QUE FIZ ESTOU MIM SENTINDO CONFIANTE NÃO TENHO MAIS TANTO RECEIO DIMINUIU MAIS O MEDO DA ROTULAÇÃO COM O EMANUEL ELE DESENVOLVEU MUITO EM TODO ESSE TEMPO QUASE NÃO É PESSEBISMO . PRA MIM ISSO GERA UMA PREOCUPAÇÃO MAIOR PQ VÃO QUERER TRATAR ELE IGUAL AO DEMAIS E AI SEI QUE ELE É MUITO SENSÍVEL COM SUAS EMOÇÕES FRUSTRAÇÕES JA TENTEI FALAR COM A PROFESSORA DELE MAIS NÃO SENTI MUITO ENTUSIASMO SABE ESTOU MIM SENTINDO CULPADA POR TER ESCONDIDO OU PODERIA TER PEGADO A TURMA DO MEU FILHO, SABE ONDE MORO NÃO VEJO OS PROFISSIONAIS QUERENDO OU DANDO O DIREITO DE INCLUSÃO E SEM FALAR DAS CONDIÇÕES PRECÁRIA DE SERVIÇO JÁ PENSEI ATÉ EM MUDAR DE CIDADE SE SENTINDO SEM SAÍDA. COMECEI ACOMPANHAR SEU BLOG AGORA E ESTOU AMANDO AS INFORMAÇÕES….OBRIGADA

    • Responder faustacristina 29 de março de 2016 at 10:04

      Oi Antonia

      Obrigada!
      Se quiser a gente pode se falar via Skype ou pelo WhatsApp mesmo. Quem sabe não consigo te dar mais informações que te ajudem com a escola? Eu faço este trabalho voluntário de ajudar na inclusão de algumas crianças, mas estando longe, talvez consiga te ajudar repassando informações.
      Se quiser estou às ordens.
      Obrigada por me confiar um pedacinho da sua história, obrigada por ler e comentar.
      Um abraço!

      • Responder ANTONIA 27 de maio de 2016 at 17:18

        SIM GOSTARIA DE TROCAR IDEIAS COM VC ,SEI QUE TENHO MUITO A APRENDER PARA PODER AJUDAR MEU FILHO E ALUNOS .EDEREÇO DE SKYPE E EMAIL SÃOS OS MESMOS;avcardoso1@hotmail.com

      • Responder ANTONIA 27 de maio de 2016 at 17:27

        PROCUREI TANTO TEMPO HA TRÊS ANOS QUE TENTO TROCAR IDÉIAS NA VERDADE MESMO UM DESABAFO UMA INFORMAÇÃO E NINGUÉM QUE SE PREOCUPE COM A CAUSA DO PRÓXIMO OBRIGADA ,OBRIGADA MESMO, DEUS TE ABENÇOE ABUNDANTEMENTE FIQUEI EMOCIONADA POR SABER QUE TEM PESSOAS AINDA QUE SE SENSIBILIZA PELA DOR DO OUTRO.

  • Responder Eduarda 12 de maio de 2016 at 21:39

    Olá Cristina!
    Meu nome é Eduarda e meu filho mais velho, que tem apenas 6 anos, foi diagnosticado a 2 anos com o autismo leve, como eu já suspeitava não tive muita surpresa com o resultado, meu esposo também foi bastante forte com essa situação, porem meu pai ainda não acredita que ele tenha o autismo. comecei a ler seu Blog e confesso que chorei, pois o meu pequeno Luiz Eduardo tem os mesmo sintomas que sua princesa. Antes de ter o diagnostico eu já sentia que meu bebe era diferente das outras crianças, mais ele sempre foi carinhoso em extremo, apaixonado pelo pai a agora que tem uma irmã ele não gosta quando chamo a atenção dela, é muito protetor e tem uma memoria excelente.
    Mas desde que entrou na escola ele tem estado muito agitado, então o medico que o acompanha passou para eu medicar ele com risperidona. Eu confesso que não sei o que fazer, tenho medo que isso afete o futuro do meu filho, como mãe, eu acho que meu filho não tenha necessidade da medicação, pois mesmo quando esta um pouco hiperativo eu consigo controlar ele em casa, mais os professores tem tido um pouco de dificuldade com ele. Não sei como agir nesse momento, não conheço ninguém que tenha esse tipo de experiencia para pode compartilhar comigo.
    Quero muito o conselho seu.
    Desde já agradeço.

    Beijos!!! Eduarda.

    • Responder faustacristina 13 de maio de 2016 at 09:11

      Querida Eduarda
      Fico muito grata por sua confiança em minha opinião!
      Eu estou te enviando um email para que agente consiga falar mais à vontade e de forma mais privada ok?
      Um abraço carinhoso, nos falamos…

  • Responder Lisi 17 de novembro de 2016 at 02:09

    Olá Cris, tudo bem?

    Somos aquele casal de brasileiros que te conheceu no metro de Londres e agora que retornamos, resolvemos visitar seu blog:)
    Vc é iluminada e que Deus te conserve!
    Forte abç Lisi e Igor

    • Responder Fausta Cristina 18 de novembro de 2016 at 11:51

      Oi Lisi

      Que bom sua visita!!! Obrigada!!!
      Fico feliz que tenha chegado até aqui. Qualquer nova pessoa com um pouquinho de informação sobre o autismo pode ser um agente de transformação contra o preconceito.
      Tenho certeza que Londres te deixou com gostinho de quero mais. Por favor, se um dia for voltar vamos nos encontrar para um tour ok?
      Um super abraço!

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